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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Acordo nuclear dos EUA com Irã ameaça Israel

Acordo nuclear dos EUA com Irã ameaça Israel
Enquanto o mundo discute as consequências para a Europa de um calote grego, passa quase despercebido as negociações sobre o programa nuclear iraniano.
As reuniões estão ocorrendo em Viena, Áustria, e podem trazer sérias consequências a Israel e todo o Oriente Médio. Os mediadores internacionais chamados pela imprensa de 5+1 (EUA, Rússia, China, Reino Unido, França e Alemanha) acenam com a possibilidade do fim das sanções contra o Irã. Os cinco primeiros são parte do conselho de segurança da ONU.
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, afirmou no domingo (5), que as conversações em Viena “não representam um avanço, mas sim um colapso”. O acordo final ainda não foi assinado, mas deverá ser antes do final desta semana.

Os detalhes não foram divulgados oficialmente, mas analistas acreditam que um acordo será alcançado. Israel se opõe fortemente ao fim das sanções, pois acredita que isso possibilitará que o Irã finalize a criação de bombas atômicas.
O intricado “xadrez político” do Oriente Médio coloca, ironicamente, Arábia Saudita e Israel do mesmo lado. Por motivos diferentes, o berço do judaísmo e o berço do islamismo deseja ver o antigo Império Persa se fortalecer. Ambos temem que seriam os alvos preferenciais das bomba atômicas iranianas.
Um vídeo polêmico foi publicado por Israel recentemente, onde afirma que: “O Estado Islâmico se expande pelo Oriente Médio e mata tudo aquilo que não se parece com ele (…) Imaginem se o Estado Islâmico desenvolvesse bombas atômicas”.
A comparação é clara, para Netanyahu, o Irã é uma ameaça maior a Israel que o EI. Segundo um comunicado emitido nesta segunda (6) os termos do acordo que se desenvolve possibilitarão o “auge do terrorismo mundial”.

Embora não se trata disso publicamente, Israel é o único país do Oriente Médio que possui um arsenal atômico, estimado em 100 ogivas nucleares. Segundo o WND os Estados Unidos, maior aliado de Israel, estaria pressionando que o Estado judeu se livrasse de todas elas. Com isso, garantiria a paz na região.
Em março, o governo americano expôs documentos que eram considerados secretos sobre o programa nuclear israelense desenvolvido nas décadas de 1970 e 1980. Há mais de 30 anos que EUA e Irã se provocam mutuamente, enquanto para os iranianos os Estados Unidos são o “Grande Satã”, a nação americana classificava o Irã como parte do “eixo do mal”. Um dos representantes de Washington em Viena afirmou que é “estranho defender tanto o Irã agora”.
Obama e Netanyahu tem relações conflituosas e já foi levantado por especialistas a possibilidade que o governo americano se torne “uma ameaça a existência de Israel”. Em uma de suas visitas à casa-branca, o premie israelense presenteou o mandatário americano com uma cópia do Livro de Ester, que relata uma tentativa dos persas de exterminar os judeus.
Nos últimos anos, o Irã ameaçou eliminar Israel do mapa várias vezes, chegando a divulgar que faria isso em 9 minutos com um ataque nuclear. O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, ordenou que todas as forças armadas islâmicas do mundo deveriam se preparar para a guerra contra Israel. Para os radicais muçulmanos do Irã, uma das formas de acelerar a chegada do último profeta do Islã, o Mahdi, é uma “grande turbulência” no Oriente Médio. Essa também é a motivação do Estado Islâmico
A vinda desse profeta é esperada por milhões de muçulmanos em todo o mundo. Ele que viria para governar o mundo e derrotar os inimigos dos que servem a Alá. Curiosamente, sua chegada seria precedida pela volta de Jesus Cristo, Esse Cristo levaria judeus a muçulmanos a aceitar o Islamismo.



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